A adoração é um sentimento inato, como a existência de
Deus. Ela está na lei natural, pois é o resultado de um sentimento natural no
homem. Eis por que se encontra entre todos os povos, ainda que sob formas
diferentes. ‘Nunca houve povos ateus.
Todos compreendem que acima de tudo há um ser supremo.’
O homem, consciente de sua fraqueza, é levado a se
curvar diante d’Aquele que pode protegê-lo. Mas a verdadeira adoração é a do
coração. Em todas as vossas ações imaginai sempre que o Senhor está convosco.
Aqueles que adoram Deus de forma fingida ou por amor próprio e cuja conduta
desmente a piedade que aparentam, dão um exemplo antes mau do que bom, e fazem
mais mal do que pensam.
‘Deus prefere os
que O adoram verdadeiramente com o coração, com sinceridade, fazendo o bem e
evitando o mal, àqueles que acreditam honrá-lo por cerimônias que não os tornam
melhores para com seus semelhantes.’
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