Faz diferença viver uma vida justa, bondosa e pacífica,
ao invés de uma vida de injustiças, atitudes maldosas e cheia de intrigas?
Sabemos que todos estão destinados ao mesmo final: a
morte. Mas durante boa parte da vida o homem não se preocupa com este momento.
Prefere saborear os resultados de seus atos, as vantagens advindas das atitudes
duvidosas, principalmente se elas forem financeiramente favoráveis.
‘Qualquer que seja a importância que dê à vida
presente, o homem não pode deixar de considerar quanto a vida é curta e, acima
de tudo, precária, porque pode ser cortada a qualquer instante.’
Para todos, de forma natural, chega o momento em que a
pergunta, com ares de preocupação, bate o coração: qual o futuro após a morte. ‘Neste
momento, o sentimento que domina a maioria dos homens descrentes é a dúvida;
nos culpados, é o medo; nos homens de bem, a esperança.’
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