Quantas vezes acordamos no meio de sonhos intensos,
maravilhosos, angustiantes, enigmáticos? Sonhar é uma faculdade do nosso corpo
pela qual não temos domínio.
Sonhamos com nós mesmos, em situações que não
entendemos, com pessoas que conhecemos ou não, em lugares que já estivemos no
passado, e até lugares que estaremos no futuro.
‘Quando o corpo
repousa, o Espírito tem mais condições de exercer seus dons e faculdades do que
em vigília; tem a lembrança do passado e algumas vezes a previsão do futuro;
adquire mais poder e pode entrar em comunicação com outros Espíritos, neste
mundo ou em outro.
Quando dizeis: tive
um sonho esquisito, horrível, mas que não tem nada de real, enganais-vos; é,
muitas vezes, a lembrança dos lugares e das coisas que vistes ou que vereis
numa outra existência, ou num outro momento.
O corpo, estando
entorpecido, faz com que o Espírito se empenhe em superar suas amarras e
investigar o passado ou o futuro.’
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