segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

BOAS LEMBRANÇAS É O QUE VALE. OSTENTAÇÃO NÃO.


‘O túmulo é o local de encontro de todos os homens; ali terminam definitivamente todas as distinções humanas. É em vão que o rico tente perpetuar sua memória nos monumentos grandiosos; o tempo os destruirá, como o corpo.’
A lembrança das boas e más ações de um homem é o que vale, e ela será menos duradoura do que seu túmulo. Nenhuma pompa, nenhuma solenidade, por maior ou menor que seja, limpará o espírito de suas torpezas e não o fará subir um só degrau na hierarquia espiritual.
Os monumentos fúnebres são apenas demonstração de orgulho, muitas vezes dos parentes, que desejam glorificar a si mesmos. Nem sempre é pelo morto que se fazem essas demonstrações: é amor-próprio, pelo mundo e para ostentar riqueza.
‘Acreditais que a lembrança de um ser querido seja menos durável no coração do pobre, porque só pode colocar uma flor no túmulo do seu parente? Acreditais que o mármore salva do esquecimento aquele que foi inútil na Terra?’

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