quinta-feira, 1 de março de 2012

PEQUENOS PECADOS, GRANDES CONQUISTAS.


Não existe expressão da caridade mais completa do que ‘Amar o próximo como a si mesmo, fazendo aos outros o que deseja que os outros façam por você’.
‘Não pode haver guia mais seguro a esse respeito do que tomar como medida do que se deve fazer aos outros, o mesmo que desejamos para nós. Com que direito se exigirá um bom procedimento dos nossos semelhantes, se não temos para com eles a indulgência, a benevolência e o devotamento?’
Para uma sociedade católica como a nossa, não deveria ser pedir demais que as pessoas se comportassem com o sentimento da comunhão, da justiça e do respeito para com o próximo. Porém, não é exatamente o que identificamos nas relações sociais, profissionais e, até mesmo, familiares.
A individualidade impera, o egoísmo é lei comportamental. Em cada gesto e ato primeiro estão os interesses próprios, mesmo que não sejam os justos e verdadeiros. Para boa parte da população esta é a forma inteligente de viver: pequenos pecados, grandes conquistas. Afinal, nesta vida presenteada por Deus, cada um tem o seu livre-arbítrio.

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